Sinopse -
Rebeca tem medo de arriscar, Felipe não quer perder seu amor. Nenhum deles é feliz no relacionamento, mas já se acomodaram a essa situação. O que fazer?
Chegou a hora da verdade.
Ficha Técnica -
Elenco: Carol Cluca e Victor Sparapane.
Direção: Maynara Fanucci
Roteiro: Bárbara Souza
Direção de Produção: Helder Santana
Assistente de Direção: Luciano Mariz
Produção de Elenco: Dani Garisto
Direção de Arte: Anna Martini
Direção de Fotografia: Gabriel Casagrande
Câmeras: Andre Gamba, Rodrigo Pedrolongo, Eduardo Petrini e Ramon Zagoto.
Áudio: Gust Gonçalves e Daniel Cunha
Edição: Bárbara Souza
Realização: Escola de Cinema - Turma de Julho de 2010.
Créditos extras a Maíra Sartori, Nato Favero e Paulo Barbagli que atuaram exclusivamente no curta “A Prova de Caô” (EC 2010), como Diretora de produção, Diretor e Diretor de Fotografia, respectivamente.
Source: alocafilmes
O amor quando se revela
Não se sabe revelar
Sabe bem olhar pra ela
Mas não lhe sabe falar.Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecerMas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amarMas quem sente muito cala
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala
Fica só inteiramente.Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar
Já não terei que contar-lhe
Porque lhe estou a falar.
Fernando Pessoa
Hoje sou mais feliz do que ontem… (:
*_*
Desinformação: Curta-metragem realizado para o Festival do Minuto :)
“Desinformação é o ato de silenciar ou manipular a verdade. Um público que tem medo é receptivo e admite qualquer tipo de ideia imposta”.
Ficha Técnica
Título: Desinformação
Elenco: Anna Martini, Nathalia Villar, Tércio Soares e Thiago Soares
Roteiro: Thiago Soares
Fotografia: Maynara Fanucci
Direção, produção e edição: Bárbara Souza
Source: minutoad.com.br
soneto de fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure
(Vinicius de Moraes)
Paranapiacaba, um álbum no Flickr.
Fotos da Trilha da Cachoeira da Fumaça em Paranapiacaba/SP.Lugar Mágico.
Legião Urbana | Sete Cidades
Já me acostumei com a tua voz
Com teu rosto e teu olhar
Me partiram em dois
E procuro agora o que é minha metade
Quando não estás aqui
Sinto falta de mim mesmo
E sinto falta do meu corpo junto ao teu
Meu coração é tão tosco e tão pobre
Não sabe ainda os caminhos do mundo
Quando não estás aqui
Tenho medo de mim mesmo
E sinto falta do teu corpo junto ao meu
Vem depressa pra mim
Que eu não sei esperar
Já fizemos promessas demais
E já me acostumei com a tua voz
Quando estou contigo estou em paz
Quando não estás aqui
Meu espírito se perde, voa longe
Regina Spektor | Fidelity
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os seus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias. Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda. Durma no outro lado da cama… Depois, procure dormir em outras camas. Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia. O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor.
A nova vida. Tente. Busque novos amigos. Tente novos amores. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores. Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino. Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda !
Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!
Clarice Lispector
Resta estudar o filme, associá-lo ao mundo que o produz. A hipótese? Que o filme, imagem ou não da realidade, documento ou ficção, intriga autêntica ou pura invenção, é História; O postulado? Que aquilo que não se realizou, as crenças, as intenções, o imaginário do homem, é tanto a História quanto a História.
Marc Ferro,
Um dos historiadores pioneiros no emprego do filme como fonte documental, conseguiria enxergá-lo como documento, não no sentido de imagem objetiva da realidade, mas sim no status de revelador ideológico, político, social e cultural de uma determinada cultura e de seus interesses, nem sempre retratados de modo explícito, entretanto, passíveis de serem observados nas sutilezas e entrelinhas das imagens expostas num filme.
Fonte: http://www.mnemocine.com.br/pesquisa/pesquisatextos/andrea1.htm
Chico Buarque e Caetano Veloso | Quereres
soneto de separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Source: gifmovie
Os Meios de Todo Roteirista
O que todo roteirista deve ser:
- - Meio Louco
- - Meio Escritor
- - Meio Triste
- - Meio Curioso
- - Meio Designer
- - Meio Blogueiro
- - Meio Dramático
- - Meio Lunático
- - Meio Careca
- - Meio Adolescente
- - Meio Atrapalhado
- - Meio Cafona
- - Meio Comédia
- - Meio Escondido
- - Meio Preguiçoso
- - Meio Organizado
- - Meio Estudioso
- - Meio Inteligente
- - Meio Músico
- - Meio Prolixo
- - Meio Calado
- - Meio Angustiado
- - Meio Tarado
- - Meio Capaz
- - Meio Talentoso
- - Meio Procrastinador
- - Meio Cinéfilo
- - Meio Crítico
- - Meio Auto-Crítico
- - Meio Disléxico
E mesmo em meio de tantos meios, nunca estar inteiro, completo, é o que faz um roteirista seguir em frente, buscando sempre em meio a seus papéis, personagens, canetas sem tinta, noites em frente ao computador o meio que lhe falta.
Fonte: http://criacaoeprocesso.blogspot.com/2010/03/todo-roteirista.html





